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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Picnic à Italiana

Escrito por Dani Bispo  e Marco Baldacci

Cada região da Itália tem suas peculiaridades gastronômicas e é por isso que insisto em dizer que mesmo passando uma vida por lá não conseguiremos conhecer todas delícias disponíveis.
Mas você pode desfrutar dessa diversidade da sua maneira.
Existem pessoas que não se importam de passar o dia inteiro só com um bom sanduiche, aliás tem gente que prefere um lanche rápido durante a turistada para mais tarde fazer um belo jantar.
Na Itália comer um panino não é sinal de comer mal, muito pelo contrário. Na terra do glúten, queijos, frios e vinhos maravilhosos montar um panino é sinal de lanche rápido e muito gostoso.

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 Fonte: Scamporella

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Comilões pelo Mundo–Risotto alla milanese + Ossobuco de Milão

Por Mage Santos

A nossa convidada de hoje vem da região da Lombardia, mas precisamente de Milão.

A querida Mage Santos, autora do blog Milão nas Mãos nos conta um pouco da história e tradições Italianas nesse post, dá só uma olhada.

País de grandíssima variedade gastronômica, é possível viajar pela Itália por semanas sempre comendo um prato ou um produto diferente, uma especialidade local, um formato de massa, um tipo de molho e até ingredientes usados em um lugar, mas que nuca se ouviu falar em outro.

Os pratos mudam de região a região e até de cidade em cidade, assim você pode se encontrar a 50km de um lugar e já não encontrar mais um certo prato no cardápio.

Mas falando da minha cidade e no meio dessa variedade toda, qual é o prato típico de Milão? Existe só um?

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Foto: Mage Santos

Bem, a lista poderia conter cerca de dez pratos realizados e consumidos em Milão e na região da Lombardia, mas o mais popular nos restaurantes milaneses é o risotto giallo (amarelo) ou risotto alla milanese, que é o risoto simples preparado com açafrão.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Un Posto a Milano–Milão–Itália

Escrito por Dani Bispo

Existem cidades no mundo que por mais que você já tenha visitado, uma hora ou outra você sabe que vai passar novamente por lá.

Na minha vida esta cidade é Milão.

Além de ser a metrópole mais próxima de Rimini - cidade do marido – facilitando muitas vezes nosso roteiro de passeio pela Europa, eu amoOooOOo estar na cidade.

Nunca me cansarei de ir. O turista brasileiro em geral não dá muita importância a ela, que para ser amada  precisa ser desbravada, explorada a fundo.

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Muitas vezes eu falo por aqui que para mim a maior beleza de Milão está nos ambientes internos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Signor Vino – Milão – Itália

Escrito por Dani Bispo

Eu curto Milão!

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Na verdade curto cidades que possam me oferecer arte, entreterimento e gastronomia.

Arquitetonicamente falando, pode até não ser a cidade mais bela da Itália e, apesar de ter  problemas como qualquer cidade grande, tem muito a oferecer ao turista.

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pavé – Milão – Itália

Escrito por Dani Bispo

Nossa viagem de fim de ano foi confirmada super em cima da hora e por conta disso passagens economicamente viáveis só com chegada por Milão.

Nós sempre evitamos ao máximo desembarcar na Itália por lá pois dali são pelo menos mais 3 horas de trem até Rimini.

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Só que também sou uma pessoa que jamais deixaria de viajar por conta disso.

Se você tem um limão, faça uma caipirinha certo?

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Le Collonne Gelateria–Milão–Itália

Sorvetes são meu ponto mais fraco em se tratando de doces. Posso tomar um litro facilmente, porém me controlo.
 
Estando na Itália é impossível não tomar pelo menos um gelato por dia. É sempre minha sobremesa predileta, principalmente no verão.
 
E na nossa passagem por Milão no verão passado não foi diferente.
 
Depois do almoço no Pane e Vino, troquei a sobremesa da casa por um gelato. Como sempre não poderia ser qualquer um. Tinha que ser um gelato artigianale (artesanal).
 
Usamos a estratégia “pergunte um nativo”, neste caso o garçom do restaurante, onde poderíamos tomar um gelato de qualidade.
 
Normalmente a primeira indicação é sempre a gelateria Grom, que apesar de ótima já conhecíamos.
 
Pedimos uma segunda opção e ele nos indicou uma outra gelateria, mas durante as andanças pelo Corso Porta Ticinese, nos confundimos e acabamos parando na Le Collonne Gelateria.
 
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Na verdade o que nos seduziu logo na calçada foi o cheiro de nutela que vinha lá de dentro.
 
A casa é muito mais famosa pelos seus crepes do que pelos seus sorvetes que também são excelentes.
 
O marido pediu um copo pequeno (€2,00) com os sabores nocciola (avelãs) e cioccolato (chocolate).
 
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Eu pedi uma casquinha (€2,00) com sorvetes de cioccolato fondente (chocolate amargo) e pistaccio (pistache) .
 
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Achei interessante que a casa só tinha os sabores tradicionais, com uma exceção: Sorvete de Chá Verde Japonês. 
 
Não experimentei mas achei um tanto exótico para quem curte a bebida. Eles vendiam também Granita Siciliana, que é uma espécie de raspadinha e, sorbeto de frutas vermelhas.
 
 
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Os crepes, ahh os crepes…
…custavam de 3 euros o tipo simples e 3,50 tipo o especial.
Os sabores são estes da foto de baixo.
 
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Acho que o de nutella era o mais apreciado, afinal italianos amam avelãs. O perfume se espalhava pelo ar e me dava água na boca.
 
Se permanecesse ali mais alguns minutos não ia resistir à tentação de comer um crepe. Então sugeri: bora passear, porque além de queimar calorias, a região no entorno ainda tinha muita coisa a oferecer.
 
Le Collonne
Corso di Porta Ticinese 75 Milano

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pane e Vino - Milão - Itália


Como já havia falado nesse post AQUI, chegamos a Milão para explorar cantinhos desconhecidos. Nossa intenção era almoçar no Zucca e Melone, mas infelizmente só conseguimos chegar à cidade às 16h. Este é um horário que muitos restaurantes estão fechados e só reabrirão para o jantar.

O que fazer?

Ao andar para o lado contrário do Corso di Porta Ticinese vimos um grande restaurante que poderia ser a nossa salvação: Pane e Vino.



O ambiente era bonito e, apesar do preço não ser dos melhores, aquela hora não tínhamos muita escolha. Haviam algumas pessoas nas mesas da calçada mas optamos pelas mesas internas devido o forte calor que fazia naquele dia.


Mesas bem montadas, luz baixa e velas espalhadas pelo ambiente. Acredito que à noite esse cenário tenha uma atmosfera especial. 
 

O Pane e Vino é um restaurante de cozinha criativa mediterrânea. Um detalhe muito interessante que suas instalações foram contruídas sob um sítio arquiologico de torre Romana datado de 30a.c.No subsolo as instalações são ainda mais acolhentes.




Além de cerca de 40 pratos eles oferecem 170 rótulos de vinhos entre nacionais e importados.

Já que é assim, resolvemos usufruir.

Eu pedi um vinho rose e o marido um vinho branco. Logicamente não sabemos o nome de nenhum deles (ok, já está na hora de eu me interessar pelos vinhos, mas o farei na próxima viagem).



Na sequência pedimos os pratos. Optamos por massa para não perder o hábito.
Para mim Ravióli de grano saraceno con cuori di pere e pecorino in crema di noci (13,00) - Ravioli de massa fresca, feito de farinha de saraceno com pera e creme de nozes no queijo pecorino. Ai ai ai, estava divino!!!



Para o marido, Trigoli di grano duro con asparagi di mare crocanti e gamberoni reali stufati (14,00) – Trigoli é um tipo de pasta. Asparagi di maré são plantas ricas em sais minerais que vivem em terrenos úmidos com água de mar. Gamberoni são uma espécie de lagostinha embora os italianos digam que é camarão.



Os pratos nos surpreenderam no sabor apesar do restaurante fazer jus às pequenas porções. 
 
De qualquer forma saímos satisfeitos com o que comemos, os pratos estavam deliciosos.
Dispensamos a sobremesa da casa e seguindo a dica do garçom fomos procurar uma boa gelateria para fechar com chave de ouro nossa refeição.

Mas isso é tema para outro post.

Até lá

domingo, 5 de agosto de 2012

La Vineria - Milão - Itália


La Vineria foi sem sombra de dúvidas o grande achado dessa viagem à Itália.
 
Nossa história de hoje começa com a relação das pessoas com a cidade de Milão.
 
O marido morou em Milão na época de faculdade e não tem a menor simpatia pela poluição da cidade.
 
As pessoas quando vão a Itália nunca exploram Milão. Geralmente chegam pelo aeroporto Malpensa, ou estação central, vão só ao Duomo e redondezas e depois seguem viagem.
 
Comigo não foi diferente na primeira vez em que estive lá.
 
Principalmente pelo fato da antipatia do marido pela cidade, achei que nunca na vida a conheceria melhor.
 
E pensava: porque muitas pessoas que conhecem bem, adoram de Milão?
 
Aquilo me incomodava um pouco, pois acho que toda cidade tem um cantinho charmoso escondido a oferecer coisas incríveis.
 
Dessa forma, aproveitando a volta de Cinque Terre, separei um dia para conhecer "A Milão" fora das fronteiras do Duomo.
 
Fiz uma pequena pesquisa antecipada em alguns blogs de turismo e não achei muitos que se aprofundam em falar sobre a cidade.
 
Dos que encontrei, vi que grande parte deles falavam bem das redondezas do Canal Navigli. 
 
Foi para lá que decidimos ir.
 
Na verdade tudo começou quando procurávamos um restaurante para almoçar, o Zucca e Melone sugerido pelo blog da Mari Campos.
 
Infelizmente chegamos tarde e ele estava fechado, no entanto conseguimos outro e, depois de almoçar, tomar um gelato e bater perna pelo simpático bairro, fomos explorar o entorno do canal Navigli Grande,  a rua de inúmeros bares e restaurantes, onde acontece os famosos happy hours da primavera/verão de Milão.
 
Simplesmente fomos surpreendidos por esta parte da cidade.
 
Diferente das imediações do centro histórico ali a vida transcorre normalmente com muitos trabalhadores na rua, muitos jovens estilosos, lojas e barzinhos super-transados.
 
Já estava preparando minhas malas para me mudar para a cidade quando bateram as oito badaladas noturnas e nos demos conta que teríamos que voltar para o hotel.
 
No caminho da estação do metro, a descoberta.
 
 
Um bar simples com mesas e bancos feito de latas na calçada cheio de pessoas bebendo e conversando nos chamou atenção: Era La Vineria.
 
Porque uma portinha reunia tanta gente bonita, descontraída enquanto os outros bares ainda tinham meia dúzia de gatos pingados? Fomos investigar.

Logo na porta descobrimos um cardápio com preços bem em conta para um bar em Milão. Ao entrar concluímos que ali não era um simples bar e nos encantamos com o que vimos.
 
eu eufórica por uma dose
La Vineria é uma cantina onde se vende os melhores vinhos de mesa e azeites de oliva extra virgem das mais importantes regiões agrícolas da Itália,  a litro e preços justos.
 
 
A filosofia da cantina é poder oferecer diversos tipos de vinho que satisfarão o gosto de beber no dia-a-dia. Para eles, beber bem não quer dizer gastar uma fortuna.
 
 
 
Haviam barris enormes com vinhos  brancos e tintos. Eles ofereciam: Trebbiano e Pinot Branco da região de Rubicone, Chadornnay da Sicilia, Lambrusco da Emilia Romagna, Merlot riserva do Veneto e Cabernet.
 
 
 
Além de três tipos de azeite: frutado delicado, frutado médio e frutado intenso das regiões da Sicilia, Basilicata e Toscana. Imagina a delícia?
 
embalagens à venda
 
O cliente pode usufruir desses maravilhosos produtos de três maneiras:  Levando o seu próprio recipiente vazio para encher nos vários barris expostos na loja, pedindo pelo delivery, ou consumindo ali mesmo como aperitivo na calçada da loja, seja em pé apoiando os copos nos grandes barris, ou sentado nas mesinhas,  que foi o que fizemos.
 
 
Aquela calçada era o local perfeito para um people watching.
 
 
Gente bonita e de atitude na terrra da moda, tomando vinho e azeite nacional, produtos simples e de qualidade.
 
 
 
Entramos no clima e pedimos um copinho de vinho branco chardonnay siciliano para cada um (1,80) e pão com sal azeite frutado (1,50).
 
Além do pão com azeite havia a opção de tábuas de frios que me pareceu o sucesso da casa.
 
 
Os grupos maiores compravam o vinho em garrafas (a partir de 5 euros) e compartilhavam.
Ao optamos pelo "pãozinho com azeite" achamos seria apenas um "pãozinho".
 
Engano nosso meus caros, vieram 3 fatias enormes de pão milanês que lembrava muito o nosso pão francês. Crocante, fresquinho e delicioso.
 

O vinho era realmente bom e o azeite maravilhoso. Uma pena que não pude trazer, pois estava seguindo viagem para outro país. #medodosEUA
 
Depois de 1 hora pedimos a conta e seguimos para o hotel, felizes por ter conhecido mais esse cantinho charmoso de Milão.
 
Concluímos que a cidade tem muito mais a oferecer que somente o Duomo (lindo!) e arredores.
 
Se você tiver oportunidade de passar um dia lá, explore outros bairros ou faça um roteiro simples como este que fizemos:
 

Desça o Corso di Porta Ticinese atravesse a Piazza XXIV Maggio e depois continue em Ripa di Porta Ticinese em Navigli. É uma região muito legal.
 
No caminho você verá vários brechós, sebos, antiguidade, lojas modernas e descoladas, de novos criadores, centros culturais, bons restaurantes e aos sábados rola uma feira de rua.
 
O entorno do Canal Navigli Grande é uma região com vários restaurantes e barzinhos muito agradáveis onde você pode fazer seu happy hour ou até jantar.
 
Mas não se esqueça que, estando no bairro, vá conhecer o La Vineria. Esta sim é uma atração imperdível em Milão
 
La Vineria
Via Casale 4, Milano (Zona Navigli)
Fica em frente à saída do metro Porta Genova FS.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Novas comilanças e viagens ressuscitam este blog


Pois é meus amigos faz um tempão que escrevo nada por aqui no blog, mas é por um bom motivo.

Tive 15 dias de férias e aproveitei para acompanhar o marido em uma viagem a trabalho à Itália e enquanto o pobre trabalhava  eu me divertia em Cinque Terre

Ah vocês não conhecem Cinque Terre? São cinco maravilhosos vilarejos (porque não falar as favelas do futuro?) na Liguria, penduradas sob o mar mediterrâneo. A coisa mais linda desse mundo. O nome Cinque Terre quer dizer cinco terras!


É verão e como todo balneário italiano, os cinco vilarejos estavam lotados de turistas. 

Passei 3 dias inteiros sozinha (pois o marido estava trabalhando em Milão), sendo assim só me restou desbravar cada cantinho daqueles vilarejos. 

Quanto à comilança concluí que não sou tão boa sem ele por perto principalmente na questão do “pergunte a um nativo”, até porque meu italiano é básico. 

Mas também não morri de fome! E em se tratando de comida na Itália o mais simples é MAIS não é mesmo?

Quando saí de Cinque Terre, fui me encontrar com o marido em Milão, passamos o dia na cidade.

Desbravamos lugares que não conhecíamos.  Andamos até a Porta Ticinese no bairro de Navigli e adoramos. Aproveitamos para almoçar por lá e depois apreciar os barzinhos em torno do canal e o happy hour do pessoal. 

 
Quando estávamos andando em direção ao metro, quase indo embora, descobrimos um lugar simples e maravilhoso! Mais tarde eu conto #suspense.

De Milão cruzamos o oceano e fomos parar em Nova Iorque.

Sim meus amigos, fomos parar na Big Apple.


O marido conseguiu uma semana de férias e foi me apresentar a grande maçã!

Eu já fui diversas vezes à Europa, mas nunca tinha ido aos EUA. Decidi que desse ano não passaria! Foi incrível conhecer uma nova cultura. 

Passado o choque inicial, desbravamos a cidade de ponta a ponta em uma caminhada sem fim! 
Foram 7 dias andando por 12 horas turistando, visitando amigas queridas, comprando e comendo bastante também.

 

Gastronomicamente falando extraímos da cidade tudo de melhor que ela poderia oferecer, respeitando sempre o quanto podíamos pagar.

Nos próximos posts vou escrever sobre nossa comilança por esses três incríveis lugares, Cinque Terre, Milão e Nova Iorque.

Se segura que a variedade gastronômica é grande! Tem para todos os gostos e bolsos. Estou acabando de me recuperar e voltando a todo vapor!

Abraços e até a próxima!
Booking.com
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