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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bacio Di Latte – São Paulo

Depois de ter me fartado no Restaurante Mocotó e, consequentemente, em pleno auge da gulodice, eu cismei que ainda tinha que provar o gelato Italiano da Terra da Garoa.

São Paulo tem a maior concentração de imigrantes do Brasil e talvez do mundo. Seria obvio que a cidade ofereceria um sorvete de qualidade.

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A primeira opção da minha lista era a gelateria Bacio di Latte (sim, eu tinha uma lista de gelateriaS para uma estadia apenas dois dias na cidade).

Ao passar pela porta da filial  Oscar Freire e, aproveitando que estávamos ali assim sem fazer nada, eu resolvi entrar e experimentar.

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O local é realmente uma graça. A decoração clean-romântica e o uso excessivo do branco dá destaque ao colorido dos sorvetes.

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Encarei a pequena fila e a medida que a ela andava eu lia plaquinhas estrategicamente dispostas na parede do lugar explicando cada produto usado na fabricação dos sorvetes. Italiano de verdade preza por ingredientes de qualidade na sua mesa.

Bacio di latte

Paguei honestos R$8,00 pelo copinho pequeno com até 3 sabores. Alguns mais rebeldes podem estar pensando: Que isso? R$8,00 por um copinho?

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Acho justo sim visto que um Magnum industrializado com 33% de gordura que futuramente irá entupir suas artérias custa R$5,50. Agora me diz, não é justo?

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Quando chegou a minha vez confesso que fiquei um pouco confusa com a variedade de sabores. Veja você mesmo:

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Estava decidida a pedir o Chocolate Nerissimo (pretíssimo), mas confesso que na hora me deu “medinho”. Troquei pelo chocolate belga + pistache (que não consigo deixar de pedir)  + Figo.

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O pistache não decepcionou, na verdade ele não decepciona nunca. O chocolate Belga confesso que esperava mais e o  de figo  também estava uma delícia visto que eu não sou a maior fã de sorvetes de fruta.

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Você pode até achar desanimo na minha maneira de escrever mas é que no fundo acabo comparando todos os sorvetes que tomo (inclusive na Itália) aqui no Vero Gelateria no Rio que eu AMO.

Para saber como diferenciar o verdadeiro e maravilhoso gelato artigianale Italiano clique AQUI.

Na verdade os sorvetes do Bacio de Latte estavam deliciosos e muito fiéis aos “Gelati Italiani”.

Acho que vale muito a visita. Uma ótima alternativa de sorvete de qualidade na Terra da Garoa.

Bacio di Latte

Rua Oscar Freire 136, São Paulo

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Mercearia do Francês–Higienópolis–São Paulo

No último dia da viagem a São Paulo, um domingo, tínhamos cogitado a hipótese de investir no Brunch do Hotel Emiliano.

Infelizmente quando resolvemos reservar, no domingo pela manhã, não haviam mais vagas.

Não sabíamos onde almoçar e, além de tudo ainda tínhamos o problema de locomoção visto que a Av. Paulista e as ruas ao redor estavam interditadas por causa da Parada Gay.

Foi aí que a Lili lembrou de um restaurante francês perto de casa que ela havia gostado bastante: a Mercearia do Francês.

De baixo de uma fina garoa andamos até lá.

Chegamos cedo, por volta de 13h e o restaurante ainda estava vazio.

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Sentamos na varanda e logo fomos atendidas.

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Demoramos a se decidir porém o Magret de Pato que a Lili havia comido e gostado não estava mais no cardápio.

Começamos pelas entradas:

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+Tartines de queijo de cabra e peras “confit” (R$25,50) – Essa entradinha foi puro êxtase! Poderia almoçar só os tartines que estava feliz. MARAVILHOSO com todas as letras possíveis.

Para o prato principal a Liliane pediu:

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+ Confit de Pato, sautê de batatas, vagem e champignon redução no vinho tinto e cebola roxa “confit” (R$72,00) – Ela adorou o seu prato mas dizia que o Magret, que havia comido da outra vez que esteve lá, era melhor. Eu tirei uma lasquinha e gostei bastante.

O meu prato principal foi:

+ Picanha de Cordeiro ao molho 7 ervas, e batatas sautê (R$64,00) – Eu  havia pedido carrê de cordeiro acompanhado de polenta mole porém substituindo a polenta pela batata. No entanto o garçom fez uma tremenda confusão e me trouxe Picanha de cordeiro com batatas.

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A Lili bem que tentou me convencer a pedir para o prato voltar no entanto além de achar sacanagem fazer ela esperar pelo meu prato, ela não ia esperar (obvio) e eu ia ter que comer sozinha. Achei a cara do prato boa e resolvi arriscar.

Eu amo carne de Cordeiro. Esta picanha estava maravilhosa. Nunca comi o “tal” carré de cordeiro e a Lili repetia que era infinitamente melhor.

Eu sinceramente fiquei bem satisfeita com meu prato apesar do preço ser além do que ele oferece. Se acompanhado de uma salada serve tranquilamente 2 pessoas que comem moderadamente (não é o nosso caso).

Deixamos a sobremesa para comer fora dali. Pagamos a conta e fomos atrás de um docinho.

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Mercearia do Francês

R. Itacolomi, 636, Higienópolis, São Paulo

Telefone: (11) 3214-1295

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Restaurante Mocotó–Vila Medeiros - São Paulo

Durante minhas pesquisas pré-viagem o Restaurante Mocotó me assombrava.

Além dos vários prêmios recebidos, tudo o que eu lia eram elogios ao jovem chef Rodrigo Oliveira e o desestímulos pela distância apartir do Centro da cidade.

Só para vocês entenderem a história do restaurante: O jovem chef Rodrigo Oliveira contra a vontade do pai, largou a faculdade para se dedicar à gastronomia.

O simples bar do pai, que já fazia sucesso com o Caldo de Mocotó, foi transformado por ele em ponto de referência em se tratando de nova cozinha nordestina.

Ele deu uma nova cara à receitas tradicionais e aproveitando uma viagem do pai, uma repaginada no ambiente.

Ao lado do Restaurante Mocotó, ele recentemente abriu o Esquina Mocotó que conta com um cardápio ainda mais criativo sempre usando os mesmos ingredientes.

Já tinha desistido a ida até o restaurante quando sugeri à minha anfitriã a aventura gastronômica.

Ela imediatamente se animou e convocou outra comilona e, no meio da manhã do segundo dia de viagem partimos para lá.

Chegamos ao restaurante por volta de 12:15h do sábado e fomos informados que a fila estava grande como esperado. Seriam 2 horas até conseguirmos uma mesa.

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Ficamos sabendo que o povo chega lá por volta de 10:30h para conseguir almoçar 12:30h.

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O lugar é simples mas muito bonitinho. São duas lojas: em uma delas fica o balcão do bar, cozinha e banheiros.

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Na outra loja ficam as mesas do restaurante e uma varanda na parte de trás.

Com o nome da lista de espera nos acotovelamos com outras pessoas no balcão e começamos nossos trabalhos.

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Para beber eu pedi:

Caipirinha de verão (R$15,90): Cachaça (na verdade pedi vodka mas também poderia ser com saquê) cajá, tangerina e manjericão.

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A Lili foi de caipirinha 3 limões e a Bruna com uma de caju e uva

Haviam várias outras opções com frutas nordestinas como jabuticaba por exemplo.

As três estavam divinas e certamente abriram nosso apetite.

Para acompanhar começamos pela porção de Dadinhos de Tapioca 12 unid. (R$ 18,90) – cubinhos de tapioca com queijo coalho dourados e servidos com molho de pimenta agridoce.

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Nunca vi uma porção desaparecer tão rápido no prato. A combinação entre a tapioca e o queijo coalho estavam perfeitas.

Enquanto papeávamos, garçons passavam pelo balcão oferecendo mais iguarias. A vítima da vez foi o escondidinho de carne de panela (peq. R$7,90) – Purê de mandioca recheado com carne de panela e gratinado com queijo coalho.

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Para tudo! O que era aquele escondidinho? Foi o melhor escondidinho que comi na vida!

As meninas concordaram comigo e a cada garfada era um suspiro. A carne de panela tinha tempero de mãe sabe? Queimei a língua várias vezes tentando devora-lo ainda quente tamanha era a aflição.

Assim que finalizamos  a segunda entradinha um garçom passou pela nossa frente oferecendo Caldinho de feijão (R$7,90).

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A Lili cogitou a hipótese, eu recusei. Enquanto isso a galera atacava a bandeja do pobre do garçom.

Quando a Lili percebeu que ia ficar sem começou a ficar tensa porém, com um pouco de sorte, ela conseguiu o último.

Enquanto comia, ela revirava os olhinhos de tanto prazer. Eu que não sou boba nem nada tirei uma lasquinha e pude comprovar: estava igualmente maravilhoso.

Me arrependi porém ainda havia uma longa estrada pela frente. Eu não podia desanimar e precisava de um tempo para me recompor.

Duas horas depois da nossa chegada finalmente conseguimos uma mesa.

Fizemos logo nossos pedidos que surpreendentemente chegaram muito rápido.

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Baião de dois (peq. R$16,90) - “O famoso feijão com arroz incrementado com queijo coalho, linguiça, bacon e carne seca”. Acompanhado de purê e farofa, sem dúvida este foi o prato de menor expressão dentre todos os pedidos. Veja bem, menor expressão não o desqualifica, obviamente. Estava muito bom, porém os outros estavam muito melhores.

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Nosso prato principal foi Costelinha de Porco à moda do Engenho (R$69,90) – Costelinha de Porco desossada recheada com pernil e servida com abacaxi dourado na manteiga, mandioca cozida e mel do engenho. 

Este prato só é servido aos sábados e feriados.

Este sim foi sucesso total.

Caramba, que costelinha. A carne macia casava perfeitamente com o abacaxi e com a  mandioca que chegou à mesa desmanchando.

A porção era enorme, eu abortei a missão logo no primeiro prato pois ainda queria a sobremesa.

As meninas, que não toleram desperdício, foram até o final.

Para fechar a imersão gastronômica com chave de ouro nada melhor que uma sobremesa.

Eu já estava segura do que pedir, então encarei o Creme Brulée de doce de leite e umburana (R$12,90) – O famoso doce francês com toque autoral do chef-gato-símbolo sexual  #rimou. O chef Rodrigo Oliveira faz um sucesso com a mulherada. Ele fez um ensaio sensual mês passado da revista TPM sem camisa.

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Brincadeiras à parte, o cara manda bem na cozinha. O Creme Brulée chegou quentinho  e como deve ser, tinha o seu Interior cremoso e cobertura crocante. As meninas babaram e eu me acabei.

Enquanto isso, a Lili devorava seu Bolo de chocolate com cupuaçu e castanha do Pará (R$12,90) – servido quente com sorvete de creme.

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Não sei se foi uma boa escolha. Apesar de achar que a cobertura de cupuaçu deu um toque todo especial ao “brownie”, a Lili achou que ele estava um pouco pesado, principalmente depois de ter comido tanto. Senti uma pontinha de pena arrependimento da parte dela.

Em compensação a Bruna se acabava com o seu Pudim de Tapioca (R$11,90) – Pudim de tapioca com leite de coco e leite condensado servido com calda de coco queimado.

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Obviamente eu e a Lili tiramos lasquinhas. Era um senhor pudim. Acho que dependendo do que você comeu antes dava para dividir tranquilamente. O doce estava fresquinho e muito gostoso.

A tarde super agradável e essa comilança deliciosa, me fez refletir sobre alguns aspectos muito importantes da nossa gastronomia.

Acho que as grandes capitais estão infestadas de restaurantes de culinária internacional.

Não que eu não goste esse tipo de comida, eu amo, mas às vezes acho que faltam chefs que apostem nos nossos ingredientes regionais para dar uma nova roupagem à gastronomia brasileira.

Não é à toa que “Mocotós” e “Aconchegos Cariocas” da vida fazem tanto sucesso.

O nosso país é muito rico em ingredientes que fazem bonito em  relação a qualquer cozinha internacional.

Acho que falta criatividade e ousadia aos chefs de cozinha.

Palmas para a Roberta Sudbrack que leva a nossa cozinha contemporânea aos quatro cantos do mundo valorizando nossos ingredientes.

Palmas para os chefs Rodrigo Oliveira, Katia Barbosa e muitos outros chefs que reinventam os nossos tradicionais pratos e nos presenteiam com essas verdadeiras obras de arte da gastronomia nacional.

Uma salva de palmas a todos os chefs criativos!

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Mocotó - Restaurante e Cachaçaria

Av Nossa Senhora do Loreto, 1100 - Vila Medeiros - São Paulo – SP

Fone: (0xx11) 2951-3056

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Pizzaria Speranza–Bixiga–São Paulo

Enquanto o marido se deliciava com a comida Italiana “in loco” eu, que não podia ficar por baixo, peguei minhas coisinhas e parti para um fim de semana na terra da garoa.

Esta era uma viagem que estava prometida a tempos pois tenho uma grande amiga carioca que mora na cidade e vivia prometendo o passeio.

A Liliane, a tal amiga, é uma comilona de carteirinha. A sua fama é antiga e, para vocês terem uma ideia, o apelido dela quando ainda morava no Rio era Magalili fazendo referência a personagem do Maurício de Souza.

Nos nossos planos pré viagem eram assim: – “Lili, o que você acha desse restaurante?”

- Ah , esse eu acho ótimo.

ou

- Aquele eu acho mais ou menos - Respondia ela.

Jamais fizemos planos de ir a museus, exposições ou teatros. A finalidade era comer mesmo!

Na primeira noite na cidade, a Lili sugeriu a Pizzaria Speranza.

Como eu já havia recebido a dica da Bia Mignolo do Blog Viaje no Detalhe adorei a ideia pois queria ter a oportunidade de comer umas das melhores pizzas do mundo, pelo menos para os Brazucas.

 E assim foi feito. Pegamos um taxi e partimos para o bairro do Bexiga, tradicional reduto italiano na cidade.

Ao chegar a casa estava lotada e havia uma grande fila na porta. Esperamos cerca de 40 minutos e fomos alojadas no salão principal.

Para comer escolhemos uma Pizza tradicional Margheritta pequena (R$46,00) que rende 4 fatias.

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não houve tempo para a foto da pizza inteira

O cardápio oferece também a Pizza Napolitana Margheritta. Não sei ao certo como a casa diferencia as duas mas acredito que o tipo de farinha usada seja diferente e não tenha queijo.

Veja a diferença entre as pizzas italianas neste post AQUI

A massa da pizza que comemos era realmente muito boa. Não sei explicar bem, só sei que comi até as bordas (coisa que nunca faço). O molho de tomate também encanta a Magalili oops Lili. E MUITO manjericão. Devoramos tudo em segundos haha e ainda queríamos mais. Mas nos unimos e tivemos forças para não pedir uma segunda pizza.

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Para acompanhar a Lili pediu Vinho Tinto Carmen Carmenere e eu de Chopp Bad Moose Weiss artesanal de trigo (R$9,00).

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A Lili ama esse vinho, diz que é delicioso. Eu amo pizza com cerveja, mas confesso que não achei essa artesanal nada demais, até um pouco aguadinha e sem gosto.

Não pedimos a segunda pizza mas pedimos uma sobremesa.

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Dividimos uma fatia de Pastiera di Grano (R$9,00) que é uma torta com recheio de ricota fresca e figo. Eu amei. Depois descobri que esta torta é muito famosa na casa. Vi uma pessoa saindo de lá com uma torta inteira!

Infelizmente não provei o pão de calabresa que a Bia tinha me recomendado.

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Desculpa ideal para um breve retorno.

Speranza Bixiga: R. 13 de Maio, 1004
Telefone: 3288-8502 | 3288-3512

Speranza Moema: Av. Sabiá, 786
Telefone: 5051-1229 | 5051-7615

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